Hoje no MNE | 16h

SITA SINGS THE BLUES

Sita é uma deusa separada de Rama, seu marido e senhor. Nina é uma animadora cujo marido se mudou para a Índia e depois terminou a relação com ela por e-mail. Três hilariantes bonecos de sombras narram tanto a antiga tragédia como a moderna comédia nesta interpretação animada e invulgar do épico indiano Ramayana. Ao som das prestações vocais de jazz de Annette Hanshaw dos anos 1920, “Sita Sings the Blues” merece a sua “tagline” de “A maior história de todos os tempos sobre o fim de uma relação”.
Com diferentes estilos de animação para separar e identificar cada uma das parcelas do filme, “Sita Sings the Blues” tem sido uma das mais impressionantes histórias de sucesso artístico dos últimos anos no mundo da animação, vencedor do prestigiado troféu de Melhor Longa-Metragem na última edição do Festival de Animação de Annecy. O filme partiu de um evento real, a dolorosa separação da realizadora Nina Paley do seu companheiro, em 2002, que a avisou da intenção de terminar a relação por e-mail quando estavam ambos na Índia.
Foi nesse país que ela tomou contacto com o épico indiano “Ramayana” que, já de regresso aos EUA, e ligando-o a esse evento da sua vida, a motivou a verter um dos seus episódios para uma curta-metragem animada ao som de uma canção de Annette Hanshaw gravada nos anos 20. Foi o primeiro passo na caminhada que, com o acrescento de outros segmentos, se transformaria na longa-metragem “Sita Sings the Blues”, que Paley realizou, produziu, escreveu e animou quase sozinha, durante cinco anos, num computador pessoal. E criou uma obra que cruza elementos abertamente autobiográficos com outros mais feéricos e espectaculares. O resultado é um filme gráfica e tematicamente único no campo das longas-metragens de animação.
OBJECTOS E MEMÓRIAS ANIMADOS
Objectos e memórias animados é um filme de animação que resultou de uma oficina dirigida por Fernando Galrito, vocacionada para famílias. A actividade permitiu experimentar técnicas do cinema de animação e teve como fonte de inspiração as colecções e acervo documental do Museu Nacional de Etnologia. Este é um registo divertido, e testemunha uma leitura possível sobre a cultura material e o trabalho desenvolvido por vários parceiros, entre eles o público.

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