Circulação de Bens: «To go to – Jorge Queiroz e Arshile Gorky»

Foto: Ricardo Lopes (CEA/FCG)

«O busto do homem que gostaríamos de saber quem era» é a legenda da pequena escultura em madeira (N.º inv. MNE: BM.103) cedida temporariamente ao Centro de Arte Moderna, da Fundação Calouste Gulbenkian, onde poderá ser vista na exposição «To go to – Jorge Queiroz e Arshile Gorky» até dia 17 de outubro.

«Esta exposição resulta da aproximação entre dois artistas, um moderno, Arshile Gorky (Khorkom, Arménia, c. 1904 – Sherman, Connecticut, 1948), e um contemporâneo, Jorge Queiroz (Lisboa, 1966). A ideia inicial era simplesmente observar o modo como a obra de Gorky «fala» a Queiroz. E Queiroz transformou o projeto numa instalação onde acolhe, ou recebe, a visita de Gorky. Como refere num texto que escreveu para a exposição, «frequentou Gorky até o acolher na sua visão da exposição (…) e Gorky estava lá [na exposição, no estúdio] quase sempre sentado a preto e branco como na sua fotografia». Procuram-se ressonâncias entre os trabalhos dos dois artistas, ecos e diferenças, ainda que toda a exposição seja uma criação de Queiroz, um convite à presença de alguma forma tutelar e fantasmática de Gorky.»

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Circulação de Bens: «Animais – coleção do Museu da Marioneta | coleção Francisco Capelo»

A grande marioneta Digon (Grande calau, fêmea), com o inv. n.º MNE: BF.856, proveniente da região de Kirina, Mali, foi cedida temporariamente ao Museu da Marioneta. A sua incorporação no Museu Nacional de Etnologia resultou de uma doação feita pelo colecionador Francisco Capelo em 2004. Esta pode agora ser vista na exposição «Animais – coleção do Museu da Marioneta | coleção Francisco Capelo»  até ao próximo dia 27 de novembro.

A nova exposição temporária do Museu da Marioneta «mostra um conjunto de marionetas e máscaras de várias partes do mundo, quase todas provenientes das reservas do museu, grande parte da Coleção Francisco Capelo.  Uma centena de peças, marionetas de varas, luva, fio, sombra, máscaras orientais, africanas ou da América do Sul, representando os mais diversos animais, contam-nos histórias ancestrais, fusões culturais e diálogos entre o terreno e o divino.»

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